Estilo Kinderwhore

29 nov

Por mais antenada que você seja em relação à moda, há sempre algo novo ou alguma releitura a se descobrir, afinal, é nesta reciclagem e infinidade de tendências e estilos que reside boa parte da magia que se atribui ao termo fashion.

Kinderwhore MAKE

Um exemplo diz respeito ao estilo Kinderwhore. Conheça alguns looks sobre esta tendência que se destacou na cena alternativa dos anos 90 e continua viva na chamada moda de subculturas/ underground.

Riot Fashion?

Kinderwhore 1

 

Em tempos onde “visual é tudo, atitude não é nada”, uma característica marcante no look das bandas femininas dos anos 90, grande parte pertencente à atitude/movimento punk/riot grrrl era compor o visual com roupas que remetessem a camisolas e algum detalhe que fizesse referência às roupas infantis.  Tudo mesclado com coturnos e maquiagens propositadamente borradas ou pesadas.

Neste sentido, uma espécie de atitude anti-fashion era promovida por celebridades como Courtney Love (da banda Hole), e grupos como Babes In Toyland. É mais ou menos neste contexto que o termo Kinderwhore ganha força.

Inocência e rebeldia

Kinderwhore 4

 

Misturando nuances da inocência da moda infantil com a rebeldia teenager e ousadia, o estilo Kinderwhore é notado principalmente em vestidos que remetem também ao estilo Lolita.

Podemos considerar como peça chave do look, vestidos com golas, semelhantes aos de Courtney Love na época da explosão do estilo Grunge, por exemplo.

Vestido ou baby doll?

Kinderwhore 3

Certamente o mix de baby doll com vestido (o vestido baby doll) é a faceta mais notada do estilo Kinderwhore. Geralmente na linha do joelho ou um pouco acima, estes vestidos dialogam com a estética infantil ao combinarem o look com meias, laços e muita renda.

kin dark

Créditos da imagem: Akasha lincourt heart-pieces.blogspot.com

A popular meia arrastão também aparece como forte tendência no estilo Kinderwhore, além dos já citados coturnos e sapatos de bico fino em vinil que apostam em diferentes tonalidades e cores.

Por Luís Perossi:  https://www.facebook.com/perossiredator?ref=hl

 

 

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